Ir. Graça Almeida. Missionária Comboniana no Porto (Portugal)
Reforça o compromisso da missão
Outubro Missionário ficou marcado por alguns encontros significativos da Família Comboniana, pois quisemos marcar o caminho em conjunto dos quatro ramos que partilham o Carisma de São Daniel Comboni, assim denominados: Missionários Combonianos (MCCJ), Irmãs Missionárias Combonianas (IMC), Seculares Combonianas e Leigos Missionários Combonianos (LMC).
Assim, a festa de São Daniel Comboni, no passado 10 de Outubro, foi celebrada na Maia, a convite dos Missionários Combonianos. Desenrolou-se com a manhã de espiritualidade e a tarde de convívio fraterno, encerrado com o almoço.
A Eucaristia foi presidida pelo bispo auxiliar do Porto, D. Roberto Rosmaninho Mariz que na sua homilia, deu ênfase ao convite a estarmos em missão com a vivência da alegria, como forma de anúncio de boa notícia.
Leigos Missionários Combonianos em Assembleia
No fim de semana de 26 de Outubro os Leigos Missionários Combonianos (LMC) realizaram a sua Assembleia anual, que este ano teve a importante tarefa da revisão dos seus Estatutos, ao sexto ano da sua elaboração, em 2018.
A definição da sua razão de ser vem explicitada no Preâmbulo desse documento: Os Leigos Missionários Combonianos (LMC) dão continuidade aos muitos leigos que partilharam com São Daniel Comboni a vida missionária. Inseridos na realidade social e eclesial, os LMC respondem, no seu próprio país ou em diferentes contextos de missão, à vocação evangelizadora; uma vocação que é vivida na sua tridimensionalidade: laical, missionária e comboniana.
Desde São Daniel Comboni, o papel dos leigos na missão tem vindo a desenvolver-se e a constituir-se como parte integrante da Família Comboniana, procurando fazer convergir sinergias para a causa missionária, sem, contudo, descurar o trabalho rumo a uma autonomia capaz de possibilitar a vivência da vocação missionária a partir da dimensão laical.
Os LMC iniciam este ano pastoral com duas candidatas em formação. Um sinal de luz daquela esperança que não engana, e que a todos faz felizes a partir de dentro, porque deriva da fé, na certeza de sermos amados e de podermos amar.

