Francinete Ribeiro, smc
Em várias zonas rurais de Moçambique, chegar aos 16 anos sem nunca ter pisado uma escola secundária não é exceção — é a regra para muitas raparigas, simplesmente porque não existe escola secundária ou técnica por perto.
Sabemos que, sem estudos, também as hipóteses de trabalho e de autonomia se fecham, uma a uma. Por isso temos vindo a apoiar o acesso à escola de raparigas nesta situação, tornando possível o que, até há pouco, não estava ao seu alcance.
Rezamos para que este seja apenas o primeiro passo de um caminho mais longo — e que cada rapariga apoiada se torne, um dia, quem abre caminho a outra.

